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    <title>DSpace Communidade:</title>
    <link>https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/32</link>
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    <pubDate>Wed, 15 Apr 2026 23:00:55 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-15T23:00:55Z</dc:date>
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      <title>Correlação entre a imuno-expressão de receptores opioides com a sobrevida de pacientes com carcinoma de células escamosas de orofaringe</title>
      <link>https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2089</link>
      <description>Título: Correlação entre a imuno-expressão de receptores opioides com a sobrevida de pacientes com carcinoma de células escamosas de orofaringe
Autor(es): CAVALCANTE, Ana Mirian da Silva
Resumo: O carcinoma de orofaringe apresenta comportamento biológico heterogêneo, influenciado por fatores moleculares e pelo status viral, frequentemente determinado pela expressão de p16, marcador substituto da infecção pelo HPV. Este estudo teve como objetivo avaliar a expressão de receptores opioides e sua associação com o prognóstico e características clínico-patológicas do carcinoma de células escamosas de orofaringe. Foram analisadas 85 amostras tumorais por imunohistoquímica, investigando-se a expressão de receptores opioides, Ki-67 e NFkB, com posterior correlação com dados clínicos e status p16. A análise estatística foi realizada no software SPSS, aplicando-se os testes de Kolmogorov-Smirnov, Mann-Whitney, Kruskal-Wallis com pós-teste de Dunn e correlação de Spearman.Os resultados demonstraram índices de positividade para receptores opioides nas amostras avaliadas, além de diferenças nas interações entre os marcadores conforme o status viral. Observou-se correlação positiva entre a expressão dos receptores opioides e o índice proliferativo avaliado pelo Ki-67, sugerindo associação com maior atividade celular. Também foram identificadas correlações entre receptores opioides e NFkB, indicando interação com vias inflamatórias relacionadas à progressão tumoral. A aálise conforme o status p16 evidenciou padrões distintos de associação entre proliferação e inflamação, indicando diferenças biológicas entre tumores HPV-positivo e negativo. Fatores clínicos como uso de álcool, modalidade de tratamento e estadiamento não apresentaram impacto significativo na sobrevida livre de recorrência. Os achados sugerem que receptores opioides, proliferação celular e vias inflamatórias atuam de forma integrada na biologia do carcinoma de orofaringe, contribuindo para a compreensão da progressão tumoral e para a identificação de potenciais alvos prognósticos e terapêuticos.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2089</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Impacto do uso sistêmico do metotrexato na resposta inflamatória da polpa dentária de ratas submetidas ao clareamento com peróxido de hidrogênio</title>
      <link>https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2081</link>
      <description>Título: Impacto do uso sistêmico do metotrexato na resposta inflamatória da polpa dentária de ratas submetidas ao clareamento com peróxido de hidrogênio
Autor(es): SANTOS, Suely Bezerra dos
Resumo: As doenças autoimunes apresentam prevalência crescente, sendo o metotrexato (MTX) amplamente utilizado no controle da inflamação. O clareamento dental com peróxido de hidrogênio (H₂O₂) é um procedimento estético conservador, porém capaz de gerar estresse oxidativo e resposta inflamatória pulpar. Considerando que pacientes em uso de MTX frequentemente buscam procedimentos odontológicos eletivos, torna-se relevante investigar a influência desse fármaco na resposta inflamatória pulpar frente ao clareamento dental. Dessa forma, o presente estudo teve como objetivo investigar a influência do uso sistêmico do MTX no processo inflamatório da polpa dentária induzido pelo clareamento com H₂O₂, contribuindo para o entendimento dos possíveis efeitos desse medicamento sobre a resposta pulpar. Para isso, 60 ratas da linhagem Wistar, foram aleatoriamente divididas em grupo sham (GS) controle negativo, grupo controle (GC) submetido a clareamento com H2O2 e tratado com solução salina (0,1ml/kg) e um grupo teste (GTMTX) submetido a clareamento com H2O2 e tratado com 7.5mg/kg de MTX via gavagem. A administração de solução salina ou MTX foi iniciada 3 dias antes e permaneceu até o final do protocolo. Após anestesia, foi aplicado uma barreira gengival nos molares superiores bilateralmente para aplicação do gel clareador de H2O2 40% nos dentes isolados (0,02 ml por dente) por 15 minutos. Após 24h, 48h e 7 dias do clareamento os animais foram eutanasiados para análise histomorfométrica da polpa (mensuração de área de polpa, de vasos ectásicos, contendo fibrina no seu interior). Teste ANOVA/Bonferroni foi utilizado (p&lt;0,05, GraphPad Prism 5.0). A área média dos vasos sanguíneos da polpa dentária das ratas foi maior após 24h no grupo GC H2O2 (p=0.002). Após 48 horas, não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre os grupos. O percentual da área da polpa preenchida por vasos sanguíneos da polpa dentária das ratas foi maior após 24h no grupo GC H2O2 (p&lt;0.001). Após 48 horas, não foram observadas diferenças entre os grupos. Após 24h do clareamento o grupo GC H2O2 apresentou aumento no percentual de vasos ectásicos (p=0.011) e após 48h não foram observadas diferenças significativas entre os grupos. E com relação ao percentual de vasos exibindo fibrina no interior da polpa dentária de ratas submetidas a clareamento dental com H₂O₂, não houve diferença estatística significativa entre os grupos estudados após 24 e 48 horas (p=0.087). O metotrexato foi capaz de reverter o processo de vasodilatação e ectasia vascular nas primeiras 24 horas, minimizando as alterações inflamatórias induzidas pelo clareamento dental. Após 48 horas, essas alterações mostraram-se ainda mais atenuadas.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2081</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Influência da imunoexpressão dos receptores mu, delta, kappa- opioide e do receptor do fator de crescimento opioide na sobrevida de pacientes com carcinoma de células escamosas de orofaringe</title>
      <link>https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2080</link>
      <description>Título: Influência da imunoexpressão dos receptores mu, delta, kappa- opioide e do receptor do fator de crescimento opioide na sobrevida de pacientes com carcinoma de células escamosas de orofaringe
Autor(es): GONÇALVES, Tayane Oliveira
Resumo: O carcinoma de células escamosas de orofaringe (CCEO) apresenta comportamento biológico distinto conforme a positividade para p16. Nesse contexto, evidências recentes indicam que o sistema opioide pode exercer papel relevante tanto na modulação da carcinogênese quanto na dinâmica do microambiente tumoral. O presente estudo teve como objetivo avaliar a imunoexpressão dos receptores opioides μ (μOP), κ (κOP) e δ (δOP), bem como do receptor do fator de crescimento opioide (OGFR), em regiões nucleares, citoplasmáticas e estromais de tumores p16(-) e p16(+), além de investigar sua associação com NF-κB e com a sobrevida global. Trata-se de um estudo retrospectivo com análise imuno-histoquímica com amostra de 54 casos de biópsia excisional de CCEO. Foram identificadas correlações significativas entre os diferentes receptores opioides e a via inflamatória NF-κB, sugerindo possível interação funcional entre o sistema opioide e mecanismos inflamatórios tumorais. Em relação à sobrevida global, a radioterapia esteve associada a melhor prognóstico em tumores p16(-). A baixa expressão de μOP e δOP esteve associada à melhor sobrevida em tumores p16(-), enquanto a presença nuclear de OGFR configurou marcador de bom prognóstico em tumores p16(+). Os achados sugerem que a modulação do sistema opioide no CCEO varia conforme a presença de p16, podendo influenciar o comportamento biológico tumoral e o desfecho clínico. Esses resultados reforçam a relevância do sistema opioide como potencial marcador prognóstico e possível alvo terapêutico no carcinoma de orofaringe.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2080</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Eficácia da aromaterapia com óleos essenciais de lavanda e laranja no manejo de dor e ansiedade em pacientes submetidos à remoção de terceiros molares inferiores</title>
      <link>https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2078</link>
      <description>Título: Eficácia da aromaterapia com óleos essenciais de lavanda e laranja no manejo de dor e ansiedade em pacientes submetidos à remoção de terceiros molares inferiores
Autor(es): MATOS, Ylana Rosa
Resumo: O objetivo do estudo foi avaliar a influência da aromaterapia com óleos essenciais de lavanda e laranja sobre a dor, ansiedade e a qualidade de vida de pacientes submetidos à remoção de terceiros molares inferiores. Realizou-se um ensaio clínico randomizado de três braços, duplo cego, controlado e de caráter analítico. Os voluntários foram inicialmente avaliados através de testes que analisavam tendência à ansiedade (inventário de ansiedade traço-estado) e qualidade de vida (oral health impact profile), foram submetidos ao teste olfativo de Connecticut e tiveram seus dados coletados em ficha clínica individualizada. Posteriormente, os indivíduos foram submetidos a uma cirurgia padronizada para remoção dos terceiros molares inferiores, utilizando a aromaterapia via inalação em ambiente controlado. Os grupos foram alocados randomicamente, sendo grupo 1: aromaterapia com óleo de lavanda; grupo 2: aromaterapia com óleo de laranja; grupo 3: grupo controle com água destilada. Foram alocados 16 participantes por grupo. Os desfechos foram avaliados através de metodologias distintas e os pacientes acompanhados por 7 dias após a cirurgia. Não houve diferenças significativas entre os grupos quanto aos escores de ansiedade. Nos parâmetros hemodinâmicos, a pressão diastólica caiu no transoperatório nos grupos laranja (p=0,001) e placebo (p=0,028), e a saturação de oxigênio aumentou nos grupos lavanda (p=0,006) e laranja (p=0,004). A dor atingiu pico após 2h, reduzindo a partir de 4h em todos os grupos, com alívio mais duradouro nos grupos lavanda e laranja. O grupo laranja apresentou menor consumo total de analgésico em comparação ao placebo (p=0,032). Na avaliação da qualidade de vida, apenas o grupo lavanda mostrou aumento significativo dos scores após 7 dias (p=0,008). Nenhum efeito adverso foi reportado no decorrer do estudo. Conclui-se que a aromaterapia com óleos de lavanda e laranja pode ser eficaz no controle da dor, com destaque para o óleo de laranja. Entretanto, não foram observadas diferenças consistentes na ansiedade entre os grupos e nem melhora sobre a qualidade de vida.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2078</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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