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    <title>DSpace Communidade:</title>
    <link>https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/33</link>
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    <pubDate>Sat, 05 Sep 2026 07:48:50 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-09-05T07:48:50Z</dc:date>
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      <title>ESG e a função social das empresas : a necessária interface com o organismo estatal como propulsor do desenvolvimento sustentável</title>
      <link>https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2181</link>
      <description>Título: ESG e a função social das empresas : a necessária interface com o organismo estatal como propulsor do desenvolvimento sustentável
Autor(es): FREITAS, Yasmin Guimarães de
Resumo: Esta dissertação analisa a interface entre a função social da empresa, a agenda ESG e a atuação do Estado como elementos centrais para a promoção do desenvolvimento sustentável. Parte-se da premissa de que a atividade empresarial não pode mais ser compreendida exclusivamente sob a ótica da maximização do lucro, uma vez que seus efeitos repercutem diretamente sobre a coletividade, o meio ambiente e a organização social. Diante desse contexto, coloca-se como problema central da pesquisa a seguinte indagação: em que medida a incorporação de critérios ambientais, sociais e de governança (ESG) pelas empresas contribui para a concretização do princípio da função social da empresa e para a promoção do desenvolvimento sustentável? Busca-se, ainda, compreender de que forma a atuação estatal pode influenciar esse processo, como elemento indutor de práticas responsáveis. A análise é desenvolvida à luz dos princípios constitucionais da ordem econômica brasileira, especialmente a livre iniciativa, a função social da propriedade e a proteção ao meio ambiente, evidenciando que a atuação empresarial deve se adaptar a parâmetros jurídicos voltados à realização de valores sociais e ambientais. A pesquisa examina o papel do Estado como agente regulador, fiscalizador e incentivador da atividade econômica, destacando sua relevância na orientação de práticas empresariais compatíveis com o interesse público e com a efetivação de direitos fundamentais. Evidencia-se que a atuação estatal não se limita à contenção de condutas nocivas, mas pode atuar de forma indutiva, estimulando comportamentos empresariais socialmente responsáveis e comprometidos com o equilíbrio entre crescimento econômico, justiça social e preservação ambiental. Para o desenvolvimento do estudo, adota-se metodologia de natureza qualitativa, de caráter dogmático-jurídico, com base em revisão bibliográfica de obras doutrinárias, artigos científicos, legislação e documentos jurídicos pertinentes ao tema. A pesquisa utiliza, ainda, exemplos inseridos no contexto brasileiro, selecionados por sua relevância no debate contemporâneo sobre ESG, sem a realização de estudos de caso ou pesquisa empírica. Conclui-se que a atuação colaborativa entre empresas, Estado e sociedade civil revela-se indispensável para a consolidação de um modelo de desenvolvimento sustentável, capaz de harmonizar eficiência econômica, responsabilidade social e proteção ambiental, evidenciando que a agenda ESG, quando efetivamente implementada, constitui um importante instrumento de concretização dos valores constitucionais da ordem econômica, especialmente da função social da empresa.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2181</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Orquestração estatal e efetivação de direitos: o design jurídico das Parcerias Público-Privadas na promoção do direito ao desenvolvimento</title>
      <link>https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2180</link>
      <description>Título: Orquestração estatal e efetivação de direitos: o design jurídico das Parcerias Público-Privadas na promoção do direito ao desenvolvimento
Autor(es): OLIVEIRA, Mário Marrathma Lopes de
Resumo: Esta dissertação investiga como o design jurídico das Parcerias Público-Privadas pode&#xD;
servir ao Estado, em uma função orquestradora, para promover a efetivação do direito ao&#xD;
desenvolvimento. Parte do diagnóstico de que o modelo do Estado exclusivamente&#xD;
executor esbarra em limites estruturais: a racionalidade limitada dos agentes e os custos&#xD;
de agência que percorrem a cadeia administrativa. Sustenta-se que a superação desse&#xD;
modelo não implica retirada do Estado, mas o seu reposicionamento como articulador de&#xD;
arranjos jurídico-institucionais. O objetivo consiste em analisar de que modo a articulação&#xD;
estatal, materializada no desenho normativo das parcerias, pode reduzir custos de&#xD;
transação e resguardar a efetividade material do serviço. Quanto à metodologia, a&#xD;
pesquisa é jurídico-teórica, de viés propositivo e método dedutivo, de natureza&#xD;
qualitativa, bibliográfica e documental, conduzida na interlocução entre o Direito&#xD;
Administrativo contemporâneo, a Nova Economia Institucional e a Teoria da Agência; os&#xD;
casos e dados são empregados em registro ilustrativo, sem pretensão de causalidade ou&#xD;
generalização estatística. Como resultados, propõem-se três categorias autorais: a&#xD;
integridade-arquitetura, que desloca a integridade da virtude do agente para a estrutura da&#xD;
Administração; a arquitetura da confiança, que converte a confiança, de substrato&#xD;
extrajurídico, em segurança jurídica exigível; e a invalidade material, categoria analítica&#xD;
e de ultima ratio pela qual o contrato de longo prazo, ainda que perfeito na forma, perde&#xD;
validade quando frustra a finalidade constitucional que o legitima. Distinguem-se, ainda,&#xD;
as facetas empreendedora, catalisadora e articuladora do Estado orquestrador, e se separa&#xD;
a orquestração da delegação a partir da literatura da governança indireta, do que resulta&#xD;
que nem toda função estatal comporta orquestração. Conclui-se que a hipótese encontra&#xD;
sustentação teórica e respaldo ilustrativo nos dados documentais, com a ressalva de que&#xD;
o desenho orquestrado torna a efetividade possível e exigível, sem torná-la automática.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2180</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Inteligibilidade da informação normativa e segurança jurídica: análise dos ambientes digitais da legislação previdenciária do Estado do Ceará</title>
      <link>https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2159</link>
      <description>Título: Inteligibilidade da informação normativa e segurança jurídica: análise dos ambientes digitais da legislação previdenciária do Estado do Ceará
Autor(es): MESQUITA, Neile Batista de
Resumo: A presente dissertação analisa a relação entre a inteligibilidade da informação&#xD;
normativa e a segurança jurídica nos ambientes digitais da legislação previdenciária&#xD;
do Estado do Ceará. Parte-se da premissa de que as dificuldades de compreensão&#xD;
das normas previdenciárias não decorrem exclusivamente da complexidade técnica&#xD;
do conteúdo jurídico, mas também da forma como as informações são organizadas,&#xD;
estruturadas e disponibilizadas nos meios digitais governamentais. O estudo&#xD;
investiga de que maneira aspectos relacionados à arquitetura da informação,&#xD;
usabilidade, acessibilidade, linguagem simples e navegação influenciam o efetivo&#xD;
acesso ao direito e a previsibilidade das consequências jurídicas pelos cidadãos. A&#xD;
pesquisa desenvolve abordagem qualitativa e exploratória, mediante revisão&#xD;
bibliográfica, análise normativa e investigação empírica realizada por meio de&#xD;
questionário eletrônico aplicado a servidores públicos estaduais. Foram examinados&#xD;
ambientes digitais institucionais relacionados à legislação previdenciária,&#xD;
especialmente os portais da CearaPrev, da Assembleia Legislativa do Estado do&#xD;
Ceará e plataformas governamentais correlatas. Os resultados evidenciam&#xD;
limitações relevantes na compreensão das regras previdenciárias, dificuldades na&#xD;
localização de informações atualizadas e incertezas quanto aos canais institucionais&#xD;
adequados para obtenção de orientação. Verificou-se que a mera disponibilização&#xD;
formal das normas não assegura, por si só, o efetivo acesso à informação jurídica,&#xD;
sendo necessária a adoção de mecanismos de organização, clareza comunicacional&#xD;
e estruturação digital compatíveis com os princípios da transparência administrativa&#xD;
e da segurança jurídica. Conclui-se que a inteligibilidade da informação normativa&#xD;
constitui elemento indispensável para a efetividade do governo digital e para a&#xD;
concretização do acesso ao direito, especialmente em contextos de elevada&#xD;
complexidade normativa, como o previdenciário.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2159</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Tratamento da litigiosidade no âmbito da competência delegada previdenciária</title>
      <link>https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2145</link>
      <description>Título: Tratamento da litigiosidade no âmbito da competência delegada previdenciária
Autor(es): SANTOS, Adson Romário Rodrigues
Resumo: A dissertação examina a compatibilidade da competência federal delegada em matéria&#xD;
previdenciária e assistencial com as exigências de efetividade da prestação jurisdicional e de&#xD;
duração razoável do processo. A questão que orienta o estudo é saber se esse instituto,&#xD;
concebido como mecanismo de ampliação do acesso à justiça em comarcas não alcançadas pela&#xD;
estrutura federal, ainda se justifica diante das transformações institucionais, tecnológicas e&#xD;
processuais ocorridas nas últimas duas décadas. Analisa-se, assim, se a competência delegada,&#xD;
em sua configuração atual, continua compatível com os parâmetros constitucionais vigentes, à&#xD;
luz da expansão da Justiça Federal, da digitalização processual e dos padrões concretos de&#xD;
tramitação verificados empiricamente. O trabalho combina revisão bibliográfica, análise&#xD;
normativa e jurisprudencial e estudo jurimétrico de 187 processos da 2ª Vara da Comarca de&#xD;
Camocim, distribuídos entre 2019 e 2024. O percurso argumentativo parte da proteção social&#xD;
como resposta estatal aos riscos humanos e da teoria dos custos dos direitos, prescruta a&#xD;
formação histórica e a função constitucional da competência delegada, analisa as causas&#xD;
estruturais da litigiosidade previdenciária e assistencial a partir da análise econômica do direito&#xD;
e, por fim, confronta essas hipóteses com os dados empíricos locais. O estudo identificou&#xD;
crescimento médio de 28,1% ao ano nas distribuições, ascensão expressiva do BPC à pessoa&#xD;
com deficiência, taxa de improcedência de 57,1% nos processos sentenciados dessa espécie,&#xD;
tempo médio de 527 dias até a realização da perícia médica e assimetria remuneratória entre as&#xD;
tabelas de honorários periciais federal e estadual, fator que tende a desincentivar a adesão de&#xD;
especialistas à jurisdição delegada. Os dados comparativos nacionais indicam que a Justiça&#xD;
Estadual apresenta medianas de tramitação superiores às da Justiça Federal. Em 2025, a&#xD;
mediana do TJCE foi quase três vezes superior à da Justiça Federal e mais de quatro vezes&#xD;
superior à do TRF5. A conclusão é que a competência delegada, embora historicamente&#xD;
justificada como mecanismo de acesso à justiça, revela sinais de incompatibilidade com as&#xD;
exigências constitucionais de efetividade e duração razoável do processo, o que sustenta a&#xD;
hipótese de inconstitucionalidade progressiva.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2145</guid>
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