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dc.contributor.advisorFilgueira, Adriano de Aguiar-
dc.contributor.authorPires, Maria Aline de Araújo-
dc.date.accessioned2026-06-15T11:41:15Z-
dc.date.available2026-06-15T11:41:15Z-
dc.date.issued2026-06-06-
dc.identifier.urihttps://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2101-
dc.descriptionATTY, A. T. de M.; TOMAZELLI, J.; DIAS, M. B. K.; RIBEIRO, C. M. Impacto da Pandemia da Covid-19 no diagnóstico do Câncer de Boca no Brasil. Revista Brasileira de Cancerologia, Rio de Janeiro, v. 68, n. 4, p. e-042675, 2022. Disponível em: https://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/2675. Acesso em: 10 maio 2026. BORGES, D. M.; SENA, M. F.; FERREIRA, M. A.; RONCALLI, A. G. Mortalidade por câncer de boca e condição sócio-econômica no Brasil. Cad Saude Publica, v. 25, n. 2, p. 321-327, 2009. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/G7yy6pQhP7BLcZXjWj4JKhk/?lang=pt. Acesso em: 14 dez. 2025. DE MORAES ATTY, A. T.; GUIMARÃES, R. M.; DE ANDRADE, C. L. T. Tendência temporal da mortalidade por câncer de boca e da cobertura de atenção primária no estado do Rio de Janeiro. Rev Bras Cancerol, v. 68, n. 3, 2022. Disponível em: https://rbc.inca.gov.br/index.php/revista/article/view/2082/1919. Acesso em: 17 abr. 2026. FOLETTO, F.; ARATANI, N. Análise da cobertura de saúde bucal e práticas das equipes de saúde bucal na atenção primária em municípios sul-mato-grossenses. Rev Odontol UNESP, v. 51, p. e20220042, 2022. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rounesp/a/HkPkVdN7DKS8R9Y54KY9F8b/?format=html&lan g=pt. Acesso em: 6 fev. 2026. FRANÇA, M. A. S. A.; NERY, N. G.; ANTUNES, J. L. F.; FREIRE, M. D. C. M. Tempo máximo para o início do tratamento do câncer de boca no Brasil após a publicação da legislação de 2012: tendência no período 2013-2019. Cad Saude Publica, v. 37, n. 10, p. e00293220, 2021. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/wQZ4SD3qYMbFq7KjMxtRRDd/?lang=pt. Acesso em: 27 mar. 2026. Instituto Nacional de Câncer. Estimativa 2023: incidência de câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA, 2022. MARSICANO, J. A. et al. Análise espacial da mortalidade por câncer de boca e determinantes de saúde. Rev Odontol UNESP, v. 54, p. e20250001, 2025. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rounesp/a/bJJsnSBYxHVpfPLFZQmsRzQ/?lang=pt. Acesso em: 8 maio 2026. SAKAMOTO, A. J.; BRIZON, V. S. C.; BULGARELI, J. V.; AMBROSANO, G. M. B.; HEBLING, E. Influência dos índices socioeconômicos municipais nas taxas de mortalidade por câncer de boca e orofaringe em idosos no Estado de São Paulo, Brasil. Rev Bras Epidemiol, v. 22, p. e190013, 2019. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbepid/a/tvbyXVMNDNzXx7YbwBcsBDg/?lang=pt. Acesso em: 3 fev. 2026. SIQUEIRA, J. C.; COSTA, A. O.; OLIVEIRA, D. H. I. P.; CASTRO-SILVA, I. I.; MACIEL, J. A. C. Mortalidade por câncer bucal e fatores associados no estado do Ceará, Brasil, 2009-2019: uma análise espacial. Cien Saude Colet, v. 28, n. 8, p. 21 2347-2354, 2023. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/cmGVk4cgQN4c6kd7GQm4mHC/?lang=pt. Acesso em: 9 jan. 2026.pt_BR
dc.description.abstractO câncer de boca representa um importante problema de saúde pública no Brasil, apresentando elevada morbimortalidade e importantes desigualdades regionais relacionadas a fatores socioeconômicos, demográficos e ao acesso aos serviços de saúde. O presente estudo teve como objetivo analisar a distribuição espacial da incidência e da mortalidade por câncer de boca no Brasil no período de 2020 a 2024, considerando a associação com indicadores socioeconômicos e de cobertura assistencial. Trata-se de um estudo ecológico, observacional, analítico e retrospectivo, realizado nas 132 Regiões Intermediárias de Articulação Urbana do Brasil. Os dados foram obtidos a partir do DATASUS, IBGE, PNUD e e-Gestor Atenção Básica. Foram analisadas as taxas de incidência e mortalidade por câncer de boca, correlacionadas com cobertura de agentes comunitários de saúde, cobertura de equipes de saúde bucal, Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e Índice de Gini. As análises estatísticas foram realizadas por regressão linear simples, enquanto a análise espacial utilizou os softwares TerraView e GeoDa, por meio do Índice de Moran Global e Local (LISA). Os resultados evidenciaram tendência de aumento das taxas de incidência ao longo do período analisado, além de persistência de maiores concentrações nas regiões Sul e Sudeste do país. A mortalidade apresentou crescimento até 2022, seguido de estabilização. Observou-se associação significativa entre incidência e mortalidade com o IDH e o Índice de Gini, indicando influência das desigualdades socioeconômicas sobre o comportamento da doença. Também foram identificados aglomerados espaciais persistentes de elevado risco, sugerindo vulnerabilidades estruturais relacionadas ao acesso ao diagnóstico e ao tratamento. Conclui-se que o câncer de boca apresenta distribuição espacial heterogênea no Brasil, sendo influenciado por fatores socioeconômicos e pela organização dos serviços de saúde. Com isso, há reforçando a necessidade de políticas públicas direcionadas ao diagnóstico precoce, vigilância epidemiológica e redução das desigualdades regionais.pt_BR
dc.subjectcâncer de bocapt_BR
dc.subjectAnálise espacialpt_BR
dc.subjectmortalidadept_BR
dc.subjectincidênciapt_BR
dc.titleANÁLISE ESPACIAL DA INCIDÊNCIA E DA MORTALIDADE POR CÂNCER DE BOCA NO BRASIL: ESTUDO ECOLÓGICOpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.title.inglesSpatial Analysis of Oral Cancer Incidence and Mortality in Brazil: An Ecological Studypt_BR
dc.description.resumo_abstractOral cancer represents a major public health concern in Brazil, with high morbidity and mortality rates and significant regional disparities associated with socioeconomic, demographic, and healthcare access factors. This study aimed to analyze the spatial distribution of oral cancer incidence and mortality in Brazil from 2020 to 2024, considering their association with socioeconomic indicators and healthcare coverage. This ecological, observational, analytical, and retrospective study was conducted across the 132 Intermediate Geographic Regions of Brazil. Data were obtained from DATASUS, the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE), the United Nations Development Programme (UNDP), and the e-Gestor Primary Healthcare database. Oral cancer incidence and mortality rates were analyzed and correlated with community health worker coverage, oral health team coverage, the Human Development Index (HDI), and the Gini Index. Statistical analyses were performed using simple linear regression, while spatial analysis was conducted using TerraView and GeoDa software through the Global and Local Moran’s Index (LISA). The results demonstrated an increasing trend in incidence rates throughout the analyzed period, as well as the persistence of higher concentrations in the Southern and Southeastern regions of the country. Mortality rates increased until 2022, followed by stabilization. Significant associations were observed between incidence and mortality rates and both the HDI and Gini Index, indicating the influence of socioeconomic inequalities on disease patterns. Persistent high-risk spatial clusters were also identified, suggesting structural vulnerabilities related to access to diagnosis and treatment. In conclusion, oral cancer presents a heterogeneous spatial distribution in Brazil and is influenced by socioeconomic factors and the organization of healthcare services. These findings reinforce the need for public policies aimed at early diagnosis, epidemiological surveillance, and the reduction of regional inequalities.pt_BR
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