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https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2167Registro completo de metadatos
| Campo DC | Valor | Lengua/Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | COSTA, Andrea Dourado | - |
| dc.contributor.author | MAIA, Francisca Eveline | - |
| dc.date.accessioned | 2026-08-07T17:41:48Z | - |
| dc.date.available | 2026-08-07T17:41:48Z | - |
| dc.date.issued | 2026-06-16 | - |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2167 | - |
| dc.description.abstract | O presente estudo analisa a Síndrome de Burnout com enfoque no setor da saúde, considerando os impactos do adoecimento psíquico ocupacional nas relações de trabalho e o reconhecimento do dano moral na Justiça do Trabalho. A pesquisa investiga como as condições laborais vivenciadas pelos profissionais da saúde contribuem para o desenvolvimento da Síndrome de Burnout, examinando por meio de jurisprudências de que maneira o Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região (TRT7) tem reconhecido o nexo causal e a responsabilidade civil do empregador nos casos envolvendo adoecimento mental relacionado ao trabalho. Objetivou-se analisar a judicialização da Síndrome de Burnout no setor da saúde, discutindo os critérios utilizados para o reconhecimento da doença ocupacional, da responsabilidade civil patronal e da valoração do dano moral decorrente do adoecimento psíquico. Metodologicamente, realizouse uma pesquisa de cunho bibliográfico e jurisprudencial, com abordagem qualitativa, fundamentada em estudos relacionados ao adoecimento ocupacional, à saúde mental do trabalhador e à responsabilidade civil nas relações de trabalho, além da Constituição Federal de 1988, da Lei nº 8.213/1991, da Consolidação das Leis do Trabalho e de julgados do Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região. Os resultados evidenciam que jornadas exaustivas, pressão psicológica, precarização das relações de trabalho e ausência de políticas institucionais de prevenção contribuem significativamente para o desenvolvimento da síndrome entre profissionais da saúde. Conclui-se que o reconhecimento jurídico da Síndrome de Burnout como doença ocupacional representa importante mecanismo de proteção à dignidade, à saúde mental e aos direitos fundamentais dos trabalhadores, reforçando a necessidade de fortalecimento das políticas de prevenção aos riscos psicossociais no ambiente laboral. Por fim, o estudo fomenta reflexões acerca da construção de ambientes de trabalho mais humanizados, comprometidos com a proteção integral da saúde física e mental dos trabalhadores. | pt_BR |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.subject | síndrome de burnout | pt_BR |
| dc.subject | doença ocupacional | pt_BR |
| dc.subject | dano moral | pt_BR |
| dc.subject | responsabilidade civil | pt_BR |
| dc.subject | profissionais da saúde | pt_BR |
| dc.title | Entre exaustão e justiça: a síndrome de Burnout no setor de saúde e o reconhecimento do dano moral | pt_BR |
| dc.type | TCC | pt_BR |
| dc.title.ingles | Between exhaustion and justice: Burnout syndrome in the healthcare sector and the recognition of moral damages | pt_BR |
| dc.description.resumo_abstract | The present study analyzes the Burnout Syndrome in the healthcare sector, considering the impacts of occupational psychological illness on labor relations and the recognition of moral damages in Labor Court. The research investigates how the working conditions experienced by healthcare professionals contribute to the development of Burnout Syndrome, examining how the Regional Labor Court of the 7th Region (TRT7) has recognized the causal nexus and the employer’s civil liability in cases involving work-related mental illness. The objective was to analyze the judicialization of Burnout Syndrome in the healthcare sector, discussing the criteria used for the recognition of occupational disease, employer civil liability, and the valuation of moral damages resulting from psychological illness. Methodologically, a bibliographic and jurisprudential research with a qualitative approach was conducted, based on studies related to occupational illness, workers’ mental health, and civil liability in labor relations, in addition to the Federal Constitution of 1988, Law No. 8,213/1991, the Consolidation of Labor Laws, and judicial decisions issued by the Regional Labor Court of the 7th Region. The results show that exhausting working hours, psychological pressure, precarious labor relations, and the absence of institutional prevention policies contribute significantly to the development of the syndrome among healthcare professionals. It is concluded that the legal recognition of Burnout Syndrome as an occupational disease represents an important mechanism for protecting dignity, mental health, and the fundamental rights of workers, reinforcing the need to strengthen policies aimed at preventing psychosocial risks in the workplace. Finally, the study promotes reflections on the construction of more humanized work environments, committed to the full protection of workers’ physical and mental health. | pt_BR |
| Aparece en las colecciones: | Direito - Campus PARQUELÂNDIA | |
Ficheros en este ítem:
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| TCC - FRANCISCA EVELINE MAIA 2026.1 (1).pdf | 478,83 kB | Adobe PDF | ![]() Visualizar/Abrir |
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