Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/1956
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorLima, Maria Cláudia de Freitas-
dc.contributor.authorCarvalho, Tibério Gomes de-
dc.date.accessioned2025-08-22T11:57:47Z-
dc.date.available2025-08-22T11:57:47Z-
dc.date.issued2025-06-24-
dc.identifier.urihttps://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/1956-
dc.descriptionANDRADE, L. O. M. de et al. Atenção primária à saúde e estratégia saúde da família. In: CAMPOS, G. W. S. (Org) et al. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006. BANDEIRA, M.; PITTA, A. M. F.; MERCIER, C. Escala de Avaliação da Satisfação dos Usuários em serviços de saúde mental: SATIS-BR. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, v. 49, n. 8, p. 293-300, 2000. BAPTISTA, T. W.; MACHADO, C. V.; LIMA, L. D. História das políticas de saúde no Brasil: a trajetória do direito à saúde. In: MATTA, G. C.; PONTES, A. L. M. (Org.). Políticas de saúde: a organização e a operacionalização do SUS. Rio de Janeiro: Fiocruz; Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, 2007. Cap. 1. Disponível em: http://www6.ensp.fiocruz.br/repositorio/sites/default/files/arquivos/Configura%C3%A7%C3%A3oInstitucional.pdf. Acesso em: 14 mar. 2025. BARRA, S.A.R. O acolhimento no processo de trabalho em saúde. Serv.Soc. Ver. Londrina, v.13,n.2,p.119-119,jan/jun.2011. BERTOLLI FILHO, C. História da saúde pública no Brasil. São Paulo: Ática, 1996. BELLUSCI, D. G. P. Programa de Saúde da Família. São Paulo: Lawbook. 2003. BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde: Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Acolhimento nas práticas de produção de saúde. 2. ed.; Brasília, 2006. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 5 out. 1988. BRASIL. Lei nº 11.350, de 5 de outubro de 2006. Dispõe sobre o Agente Comunitário de Saúde e o Agente de Combate às Endemias. Diário Oficial da União, Brasília, 2006. BRASIL. Ministério da Saúde. Acolhimento na Atenção Básica: que diferença faz no SUS? Brasília: Ministério da Saúde, 2013. (Cadernos de Atenção Básica, n. 28). BRASIL. Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990. Lei Orgânica da Saúde. Diário Oficial da União, Brasília, 1990. BRASIL. Ministério da Saúde. Acolhimento nas práticas de produção de saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. (Série B. Textos Básicos de Saúde). BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Humanização da Atenção e Gestão do SUS: documento base. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Saúde Bucal. Brasília: MS, 2004. BRASIL. Ministério da Saúde. Programa Saúde da Família: Saúde dentro de casa. Brasília: MS, 1994. BRASIL. Ministério da Saúde. Brasil Sorridente: 10 anos de Política Nacional de Saúde Bucal. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2014. BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Humanização da Atenção e Gestão do SUS: documento base. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2008. BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Comissão Nacional de Ética em Pesquisa. Resolução nº 466/2012, de 12 de dezembro de 2012. Brasil, Ministério da Saúde, 2012. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Acolhimento à demanda espontânea. 1. ed., 1. reimpr. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 56 p.: il. (Cadernos de Atenção Básica; n. 28, v. 1). BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Humanização da Atenção e Gestão do SUS. Acolhimento e classificação de risco nos serviços de urgência. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 56 p.: il. color. (Série B. Textos Básicos de Saúde). ISBN 978-85-334-1583-6. BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica. Brasília: MinistériodaSaúde,2017.Disponívelem:https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_atencao_basica_2017.pdf. Acesso em: 17 jun. 2025. CAMPOS, G. W. S. et al, Acolhimento e (des) medicalização social: um desafio para as equipes de saúde da família. Ciênc. Saúde Coletiva vol.15 supl.3 Rio de Janeiro Nov. 2013. CAMPOS, Gastão Wagner de Souza. Um método para análise e co-gestão de coletivos. São Paulo: Hucitec, 2000. CECCIM, Ricardo Burg; FEUERWERKER, Laura Camargo Macruz. Educação Permanente em Saúde: desafio ambicioso e necessário. Interface – Comunicação, Saúde, Educação, v. 9, n. 16, p. 161–177, 2004. https://doi.org/10.1590/S1414-32832004000100013 CECÍLIO, L. C. O. As necessidades de saúde como conceito estruturante na luta pela integralidade e equidade na atenção em saúde. Ciência & Saúde Coletiva, v. 28, n. 1, p. 9–18, 2023. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/9018. Acesso em: 9 maio 2025. CECÍLIO, Luiz Carlos de Oliveira. Acolhimento e vínculo: elementos essenciais do processo de trabalho em saúde. Ciência & Saúde Coletiva, v. 17, n. 10, p. 2633–2640, 2012. https://doi.org/10.1590/S1413-81232012001000005 CHAVES, S. C. L. et al. Acesso aos serviços de saúde bucal no Sistema Único de Saúde: uma análise a partir da Pesquisa Nacional de Saúde. Ciência & Saúde Coletiva, v. 25, n. 2, p. 447–460, 2020. COSTA, Nilson do Rosário; SILVA, Simone de; RIBEIRO, José Mendes. O Sistema Único de Saúde (SUS) aos 20 anos. Ciênc. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 15, supl. 1, p. 1693-1703, 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/9WsMtr6nG9zcy6LPu4Zq9rf/?lang=pt. Acesso em: 11 mar. 2025. CNES - Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. Tecnologia da Informação a Serviço do SUS. 2019. Disponível em <cnes.datasus.gov.br>/ Acesso em setembro 2025. CUNHA, J. P. P.; CUNHA, R. E. Sistema Único de Saúde – SUS: princípios. In: CAMPOS, F. E.; OLIVEIRA JÚNIOR, M.; TONON, L. M. Cadernos de Saúde. Planejamento e gestão em saúde. Belo Horizonte: Coopmed,1998. p. 11-26. Cap. 2. Disponível em: https://www.nescon.medicina.ufmg.br/biblioteca/pesquisa/simples/CUNHA,%20J.%20P.%20P./1010. Acesso em: 3 mar. 2025. DESLANDES, Suely Ferreira. Humanização dos cuidados em saúde: conceitos, dilemas e práticas. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2006. DONABEDIAN, Avedis. An introduction to quality assurance in health care. Oxford: Oxford University Press, 2003. FRANCO, T. B.; MERHY, E. E. Acolhimento em saúde: uma revisão crítica. Saúde em Debate, v. 46, n. 133, p. 823–835, 2022. Disponível em: https://www.saudeemdebate.org.br/sed/article/view/133. Acesso em: 9 maio 2025. FRANCO, T. B.; MERHY, E. E.; GOMES, M. C. Acolhimento e vínculo: reflexões sobre a reorganização da atenção básica. Saúde em Debate, v. 46, n. 133, p. 823–835, 2022. Disponível em: https://www.saudeemdebate.org.br/sed/article/view/133. Acesso em: 19 abril 2025. FRAZÃO, P. Epidemiologia dos cânceres de boca e orofaringe: um panorama brasileiro. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 14, p. 147–152, 2011. GIOVANELLA, Lígia et al. Atenção primária à saúde e coordenação do cuidado na Rede de Atenção à Saúde no SUS: limites e possibilidades. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 31, n. 11, p. 2615–2628, 2015. GUERRERO, Patricia; MELLO, Ana Lúcia Schaefer Ferreira de; ANDRADE, Selma Regina de; ERDMANN, Alacoque Lorenzini. O acolhimento como boa prática na atenção básica à saúde. Texto & Contexto - Enfermagem, Florianópolis, v. 22, n. 1, p. 132–140, jan./mar. 2013. Disponível em: https://www.scielo.br/j/tce/a/Jt8dZFcrD8Fj684M8grt95Q/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 20 fev. 2025. HOCHMAN, G. Reformas, instituições e políticas de saúde no Brasil (1930-1945). Educ. Rev., 25, p. 127-141, 2005. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/0104-4060.370. Acesso em: 6 fev. 2025. INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA (IPEA). Desigualdades raciais e sociais no acesso à saúde no Brasil. Brasília: IPEA, 2023. Disponível em: https://www.ipea.gov.br/portal/publicacao. Acesso em: 19 abril 2025. IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Cidades e Estados: Catarina — CE. Rio de Janeiro: IBGE, 2023. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/. Acesso em: 25 jan 2025. LAKATOS, E.M; MARCONI, M de A. Fundamentos de Metodologia Cientifica. 7 ed. São Paulo, 2010. LUZ, Nícia Vilela. A luta pela industrialização no Brasil (1930-1952). 9. ed. São Paulo: Alfa-Omega, 1991. MACHADO, M. A. A. M. et al. Prevenção em saúde bucal no SUS: avaliação da escovação dental supervisionada. Revista de Saúde Pública, v. 42, n. 1, p. 1–7, 2008. MENDES, E.; SILVA, C. L. Infraestrutura e humanização nos serviços públicos: um olhar sobre o ambiente como parte do cuidado. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, v. 20, n. 4, p. 869–878, 2020. https://doi.org/10.1590/1806-93042020000400003 MENDES, Eugênio Vilaça. A construção social da atenção primária à saúde. Brasília: CONASS, 2012. MENDES, L. P.; COSTA, M. R. Escolaridade e utilização dos serviços odontológicos no Brasil: uma análise das barreiras percebidas. Revista Brasileira de Saúde Bucal Pública, v. 19, n. 4, p. 215–223, 2023. Disponível em: https://www.rbsbp.org.br/article/view/215223. Acesso em: 19 abril 2025. MERHY, Emerson Elias; ONOCKO CAMPOS, Rosana Teresa. A clínica do sujeito: por uma clínica ampliada na saúde mental. São Paulo: Hucitec, 2002. NARVAI, P. C. Políticas de saúde bucal no Brasil: o caso da cidade de São Paulo. Revista Panamericana de Salud Pública, v. 27, n. 5, p. 356–362, 2010. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). Working for Health and Growth: Investing in the health workforce. Geneva: WHO, 2016. Disponível em: https://apps.who.int/iris/handle/10665/250047 PAIM, J. S. Sistema Único de Saúde (SUS) aos 30 anos: avanços, desafios e perspectivas. Ciência & Saúde Coletiva, v. 27, n. 6, p. 1923–1932, 2022. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/19231932. Acesso em: 19 abril 2025. PAIM, JS. Reforma sanitária brasileira: contribuição para a compreensão e crítica [online]. Salvador: Edufba; Rio de Janeiro: Fiocruz, 2003. 356 p. ISBN 978-85-7541-359-3. Disponível em: https://static.scielo.org/scielobooks/4ndgv/pdf/paim-9788575413593.pdf. Acesso em: 20 jan. 2025. PESSOA, G. S. et al. Humanização e satisfação do usuário nos serviços de saúde: uma análise da percepção de respeito e acolhimento. Revista Brasileira de Saúde Coletiva, v. 28, n. 1, p. 112–120, 2023. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbsc/a/112120. Acesso em: 19 abril 2025. PETERSEN, P. E. Strengthening the prevention of oral cancer: the WHO perspective. Community Dentistry and Oral Epidemiology, v. 33, n. 6, p. 397–399, 2005. PINHEIRO, Maria do Carmo Buonafina. Acolhimento como Diretriz Operacional no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) José Carlos Souto. 2010. Projeto de Intervenção (Especialização em Sistemas e Serviços de Saúde) – Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães, Fundação Oswaldo Cruz, Recife, 2010. PINHEIRO, Roseni; MATTOS, Rubem Araújo de (Orgs.). Construção social da demanda: direito à saúde, trabalho em equipe, participação e espaços públicos. Rio de Janeiro: IMS/UERJ, 2005. POLIGNANO, Marcus Vinícius. História das políticas de saúde no Brasil: uma pequena revisão. Cadernos do Internato Rural – Faculdade de Medicina, UFMG, v. 35, 2001. Disponível em: www.medicina.ufmg.br/internatorural/arquivos/mimeo23p.pdf. Acesso em: 14 fev. 2025. PUCCA JR, G. A. et al. Ten years of a National Oral Health Policy in Brazil: innovation, boldness, and numerous challenges. Journal of Dental Research, v. 88, n. 10, p. 944–948, 2009. SANTOS, M. F. dos et al. Caracterização do perfil dos pacientes atendidos na clínica odontológica da FUNVIC, em Pindamonhangaba-SP. Revista Eletrônica FUNVIC Saúde e Bem-Estar, v. 4, n. 1, p. 45–52, 2023. Disponível em: https://revistaeletronicafunvic.org/index.php/c14ffd10/article/download/376/288. Acesso em: 19 abril 2025. SANTOS, R. F.; SOUZA, M. C.; ALMEIDA, P. L. Acesso e equidade nos serviços odontológicos no Brasil: uma análise das desigualdades sociais. Revista Brasileira de Epidemiologia, v. 25, p. e220035, 2022. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbepid/a/e220035. Acesso em: 19 abril 2025. SILVA, Maria Cristina da Costa. Atenção primária à saúde: a estratégia Saúde da Família em questão. São Paulo: Hucitec, 2002. SILVA JÚNIOR, Antônio Pádua da. Acolhimento na Gestão do Cuidado na Unidade de Saúde da Família Tia Regina do Distrito Sanitário II da Cidade do Recife. 2012. Monografia (Curso de Pós Graduação em Gestão de Serviços e Sistemas em Saúde) - Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães, Fundação Oswaldo Cruz. SILVA, J. B. da et al. Perfil dos pacientes submetidos a tratamento endodôntico em uma clínica escola de odontologia no interior do estado da Paraíba. Archives of Health Investigation, v. 12, n. 1, p. 102–111, 2023. Disponível em: https://www.archhealthinvestigation.com.br/ArcHI/article/view/6374. Acesso em: 19 abril 2025. SOEIRO, Everton et al, Gestão da clínica nas regiões de saúde: caderno do curso– São Paulo: Instituto Sírio-Libanês de Ensino e Pesquisa; Ministério da Saúde, 2015. 46p. (Projetos de Apoio ao SUS) ISBN 978-85-66757-68-2. SOUZA, A. L. de et al. Relação entre escolaridade e percepção da saúde bucal em usuários do SUS. Ciência & Saúde Coletiva, v. 27, n. 11, p. 4121–4130, 2022. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/412130. Acesso em: 19 abril 2025. STARFIELD, Barbara. Primary care: balancing health needs, services, and technology. New York: Oxford University Press, 2002. ZÜGE, Emanoeli. A humanização nos serviços de saúde: conhecimento e prática dos profissionais da Estratégia Saúde da Família em município do RS. 2012. 34 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização em Gestão em Saúde) — Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2012. Disponível em: Lume (UFRGS). Acesso em: 15 abril 2025.pt_BR
dc.description.abstractNo Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) vem mostrando significativos avanços desde sua criação na Constituição Federal de 1988 e existe uma constante preocupação voltada para a qualidade do atendimento nos serviços públicos, apontando para a importância do acolhimento na Atenção Primária à Saúde/Estratégia Saúde da Família. O acolhimento representa uma diretriz ética/estética/política da PNH (Política Nacional de Humanização) que se constitui como “uma tecnologia do encontro”, um recurso importante para a humanização dos serviços de saúde e que contribui para efetivar os princípios do SUS. A ausência do acolhimento nos serviços de saúde é um fator que dificulta o acesso da população a atenção à saúde na atenção primária. Nesse contexto, as equipes de saúde bucal, em seu processo de avaliação no município de Catarina-CE, se inquietaram em ouvir os usuários sobre o acolhimento e o serviço odontológico oferecidos. Desse modo, a pesquisa teve como objetivo avaliar o acolhimento realizado e a satisfação dos usuários com o serviço odontológico na Estratégia de Saúde Bucal – ESB, no município de Catarina-CE. Para atender o percurso investigativo optamos por uma pesquisa quantitativa. Participaram dessa pesquisa, usuários de ambos os sexos, adstritos há pelo menos um ano nas unidades de saúde, usuários que tenham passado pelo acolhimento e com idade acima de 18 anos. Como resultados, identificou-se que a maioria dos pacientes atendidos na odontologia eram do sexo feminino (64%), tinham ensino médio completo (36%), pardos (49%), renda familiar mensal em torno de 1 e 2 salários mínimos (60%). Dentre as percepções apresentadas sobre o serviço odontológico, a maioria se sente respeitada (60%), escutados pelos profissionais (36%), satisfeitos com serviço ofertado (60%) e consideraram os profissionais competentes (61,22%). A maioria expressou satisfação com as condições físicas e conforto (52,35%), sinalizando a necessidade de melhoria na ampliação e reforma dos serviços (50%). Destaca-se que essa pesquisa tem sua relevância uma vez que se vislumbra a possibilidade de qualificação do processo de trabalho em saúde bucal no município, de melhoria no acesso da população aos serviços de saúde, bem como, de fortalecimento do Sistema Único de Saúde.pt_BR
dc.subjectsaúde coletivapt_BR
dc.subjectSistema Único de Saúdept_BR
dc.subjectacolhimentopt_BR
dc.subjecthumanizaçãopt_BR
dc.subjectsaúde bucalpt_BR
dc.titleSATISFAÇÃO DO USUÁRIO QUANTO AO ACOLHIMENTO E AO SERVIÇO ODONTOLÓGICO NO MUNICÍPIO DE CATARINA – CEARÁpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.title.inglesUSER SATISFACTION REGARDING RECEPTION AND DENTAL SERVICE IN THE MUNICIPALITY OF CATARINA – CEARÁpt_BR
dc.description.resumo_abstractIn Brazil, the Unified Health System (SUS) has shown significant progress since its creation in the Federal Constitution of 1988 and there is a constant concern for the quality of care in public services, highlighting the importance of welcoming in Primary Health Care/Family Health Strategy. Reception represents an ethical/aesthetic/political guideline of the PNH (National Humanization Policy) that constitutes a “technology of encounter”, an important resource for the humanization of health services and that contributes to implementing the principles of the SUS. The lack of welcoming in health services is a factor that hinders the population's access to health care in primary care. In this context, the oral health teams, in their evaluation process in the city of Catarina-CE, were concerned about hearing users' opinions about the welcoming and dental services offered. Thus, the research aimed to evaluate the reception provided and the satisfaction of users with the dental service in the Oral Health Strategy (ESB), in the city of Catarina-CE. To meet the investigative path, we chose a quantitative research. Users of both sexes, assigned for at least one year in the health units, users who had been received by the reception and were over 18 years old participated in this research. As a result, it was identified that the majority of patients treated in the dentistry were female (64%), had completed high school (36%), were brown (49%), and had a monthly family income of around 1 to 2 minimum wages (60%). Among the perceptions presented about the dental service, the majority felt respected (60%), listened to by the professionals (36%), satisfied with the service offered (60%) and considered the professionals competent (61.22%). The majority expressed satisfaction with the physical conditions and comfort (52.35%), signaling the need for improvement in the expansion and renovation of the services (50%). It is important to highlight that this research is relevant since it envisages the possibility of qualifying the oral health work process in the municipality, improving the population's access to health services, as well as strengthening the Unified Health System.pt_BR
Aparece nas coleções:Odontologia - Campus BENFICA

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
TiberioCarvalho.pdf2,91 MBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.