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https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2077| Título: | Avaliação do impacto do estilo de vida na presença de recessões gengivais: um estudo caso-controle |
| Autor(es): | FREITAS, Liane Maria Sobral |
| Orientador: | SOUSA, Fabricio Bitu |
| Data do documento: | 2026 |
| Citação: | FREITAS, Liane Maria Sobral. Avaliação do impacto do estilo de vida na presença de recessões gengivais: um estudo caso-controle. 2026. Dissertação (Mestrado Acadêmico em Ciências Odontológicas) – Universidade Christus, Fortaleza, 2026. |
| Resumo: | A recessão gengival costuma estar ligada à má higiene oral e à doença periodontal, embora a periodontite seja pouco prevalente em adultos jovens, que apresentam principalmente gengivite, condição que precede a periodontite. Como o estresse e outros aspectos da qualidade de vida podem favorecer doenças crônicas, esses fatores podem também contribuir para alterações no periodonto de adultos jovens. O objetivo dessa pesquisa foi avaliar o impacto do estilo de vida e do fenótipo periodontal na presença de recessões gengivais. As amostras foram coletadas nas clínicas escolas da Universidade Christus. O exame clínico e periodontal foi realizado pela pesquisadora principal, periodontista, calibrada em indivíduos entre 18 e 40 anos. A determinação da presença de recessão gengival foi realizada pela inspeção visual das faces vestibulares, linguais/palatinas de todos os dentes, ao passo que a recessão gengival foi investigada apenas nas faces vestibulares. Cinco questionários foram aplicados para avaliar dieta (Questionário de Hábitos Alimentares), sono (Índice de Qualidade de Sono de Pittsburg Versão em português do Brasil (PSQI)), higiene oral (Questionário de Higiene Oral), bruxismo (Questionário de Autoavaliação de Bruxismo (BruxSCreen-Q)) e qualidade de vida (Whoqol-bref). Um total de 200 indivíduos foram coletados, 100 do grupo caso e 100 do grupo controle. Observou-se diferença estatisticamente significativas entre os grupos em todas as variáveis avaliadas, exceto na dieta ácida. Observou-se que o grupo controle apresentou melhor qualidade de sono (p=0,000) e menor dor física incapacitante (p=0,000). O mesmo grupo também relatou maior frequência de escovação (p=0,013) e menor sensibilidade dentária (p=0,0013). Em relação ao bruxismo, o grupo controle referiu com maior frequência nunca apertar os dentes durante o sono (p=0,028) e raramente sentir dor na região temporomandibular (p=0,019). Além disso, identificou-se associação significativa entre recessão gengival em dentes posteriores e bruxismo (p=0,010). Esses achados indicam que, mesmo em adultos jovens, o desequilíbrio de fatores comportamentais e funcionais pode contribuir para o desenvolvimento de recessão gengival, reforçando que alterações periodontais não se restringem a faixas etárias mais avançadas. |
| Palavras-chave: | recessão gengival qualidade de vida hábitos |
| URI: | https://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2077 |
| Aparece nas coleções: | Mestrado Acadêmico em Ciências Odontológicas - Dissertações Defendidas |
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