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dc.contributor.advisorLINS, Ana Paola de Castro e-
dc.contributor.authorXAVIER, Mayara Alves dos Santos-
dc.date.accessioned2026-08-07T17:46:03Z-
dc.date.available2026-08-07T17:46:03Z-
dc.date.issued2026-06-16-
dc.identifier.urihttps://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2169-
dc.description.abstractO estudo analisa a licença parental no Brasil, entre 2008 e 2026, como instrumento jurídico de promoção da corresponsabilidade no dever de cuidado e da igualdade de gênero, examinando a evolução normativa desde a Lei nº 11.770/2008 até a Lei nº 15.371/2026. Fundamentado na crítica ao mito do instinto materno formulada por Badinter e em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) acerca da divisão sexual do trabalho, o trabalho discute como a sobrecarga feminina impacta a participação das mulheres no mercado de trabalho e a sua saúde mental. A pesquisa evidencia que a assimetria entre licença-maternidade e licençapaternidade contribui para a manutenção de desigualdades estruturais de gênero, reforçando a centralização do cuidado na figura materna. Também são analisadas experiências internacionais e os limites das políticas brasileiras voltadas à parentalidade compartilhada. Metodologicamente, adota-se abordagem qualitativa, com análise documental, revisão bibliográfica e método dedutivo. Conclui-se que a ampliação e a equiparação das licenças parentais constituem instrumentos relevantes para a redistribuição do cuidado e para a promoção da igualdade material entre homens e mulheres.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectlicença parentalpt_BR
dc.subjectigualdade de gêneropt_BR
dc.subjectcorresponsabilidade no dever de cuidadopt_BR
dc.titleCorresponsabilidade do dever jurídico de cuidado: a licença parental como ferramenta para a igualdade de gênero no Brasilpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.title.inglesShared responsability for the legal duty of care: parental leave as tool for gender equality in Brazilpt_BR
dc.description.resumo_abstractThis study analyzes parental leave in Brazil, between 2008 and 2026, as a legal instrument for promoting shared responsibility in caregiving and gender equality, examining the normative evolution from Law No. 11.770/2008 to Law No. 15.371/2026. Grounded in Badinter’s critique of the myth of maternal instinct and in data from the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE) regarding the sexual division of labor, the study discusses how female overload impacts women’s participation in the labor market and their mental health. The research demonstrates that the asymmetry between maternity and paternity leave contributes to the maintenance of structural gender inequalities, reinforcing the centralization of caregiving in the maternal figure. International experiences and the limitations of Brazilian policies aimed at shared parenting are also analyzed. Methodologically, the study adopts a qualitative approach, based on documentary analysis, bibliographic review, and the deductive method. It concludes that the expansion and equalization of parental leave constitute important instruments for redistributing caregiving responsibilities and promoting substantive equality between men and women.pt_BR
Aparece en las colecciones: Direito - Campus PARQUELÂNDIA

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