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dc.contributor.advisorROLIM, Juliana Paiva Marques Lima-
dc.contributor.authorFERNANDES, Argus Ramon Rolim-
dc.date.accessioned2026-10-22T16:51:28Z-
dc.date.available2026-10-22T16:51:28Z-
dc.date.issued2023-
dc.identifier.citationFERNANDES, Argus Ramon Rolim. Influência de diferentes sistemas de polimento em infiltrante resinoso na proteção do esmalte em um desafio cariogênico in situ. 2023. Dissertação (Mestrado Acadêmico em Ciências Odontológicas) – Universidade Christus, Fortaleza, 2023.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.unichristus.edu.br/jspui/handle/123456789/2195-
dc.description.abstractA cárie dentária, uma doença multifatorial, resulta de um desequilíbrio entre fatores patológicos e protetores. Com a progressão da desmineralização do esmalte se observa uma opacidade esbranquiçada, lesão chamada de mancha branca. Uma alternativa para o tratamento das lesões de manchas brancas consiste no uso de infiltrantes resinosos, um procedimento minimamente invasivo. Estes são capazes de penetrar nas estruturas dos capilares do corpo da lesão, selando os poros da lesão, criando uma barreira contra a difusão de ácidos e resultando na inibição da progressão da cárie. Apresentam ainda índice de refração semelhante ao esmalte saudável, aproximando a aparência da lesão de mancha branca infiltrada à do esmalte saudável adjacente. Apesar das vantagens advindas dos infiltrantes, alta rugosidade de superfície é observada após a aplicação desse material, podendo aumentar o acúmulo de biofilme dental e assim, comprometer a durabilidade do procedimento pela biodegradação superficial. O polimento à superfície do material infiltrante (Icon®) pode minimizar o acúmulo de biofilme, evitando a reincidência de lesões cariosas ou a progressão das mesmas. Deste modo, o objetivo desse estudo foi avaliar diferentes sistemas de polimentos ao infiltrante resinoso em relação a sua influência no efeito protetor do infiltrante frente a um desafio cariogênico in situ. Para isso, experimento in vitro seguido por um modelo in situ foi realizado. Na fase in vitro, lesões cariosas artificiais foram produzidas em espécimes de esmalte bovino (4x4x2mm) através do protocolo de ciclagem desmineralização-remineralização. Posteriormente os espécimes foram tratados com o infiltrante e aleatoriamente divididos nos seguintes grupos (n=15): sem polimento (SP), polimento com discos flexíveis de óxido de alumínio (PDOA), pontas siliconadas de carbeto de silício (PSCS), tiras de poliéster de carbeto de silício (PCS) e escova de carbeto de silício (PECS). Nesta etapa, os espécimes foram analisados quanto à rugosidade de superfície. Em seguida, no estudo in situ, 15 voluntários utilizaram dispositivos intraorais palatinos, contendo os espécimes de cada grupo, por 14 dias, induzindo a formação de biofilme por meio de gotejamento de solução de sacarose a 10%, 8x/dia sobre os espécimes infiltrados e com diferentes protocolos de polimento. Após o desafio cariogênico, o biofilme de cada espécime foi removido e os mesmos foram analisados quanto à microdureza longitudinal. Primeiramente os espécimes foram seccionados longitudinalmente e as medições da dureza foram realizadas em microdurômetro em diferentes profundidades até a profundidade de 180 μm. Os dados de rugosidade foram analisados por teste Kruskal Wallis, mostrando que há efeito do tipo de polimento sobre o padrão de rugosidade (p=0,001). A comparação entre os pares mostrou diferença estatística entre controle e PDOA (p<0,001) e entre controle e PCS (p=0,040). Os dados de microdureza foram submetidos ao teste Levene para análise de normalidade, seguido por ANOVA two Way e Tukey (p<0,05). Não foi observada diferença significativa na microdureza entre os grupos (p=0,07). De acordo com os resultados deste trabalho, infiltrante resinoso utilizando os sistemas de polimento PDOA, PSCS, PCS e PECS, apresentaram similar comportamento no efeito protetor do infiltrante resinoso à desmineralização dentária. Conclui-se que todas os sistemas de polimento analisados apresentaram similar comportamento no efeito protetor do infiltrante resinoso à desmineralização dentária.pt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.subjectInfiltrantept_BR
dc.subjectcárie dentáriapt_BR
dc.subjectpolimento dentáriopt_BR
dc.titleInfluência de diferentes sistemas de polimento em infiltrante resinoso na proteção do esmalte em um desafio cariogênico in situpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.title.inglesInfluence of different polishing systems on a resin infiltrant regarding enamel protection during an in situ cariogenic challengept_BR
dc.description.resumo_abstractDental caries, a multifactorial disease, results from an imbalance between pathological and protective factors. With the progression of enamel demineralization, a whitish opacity is observed, a lesion called a white spot. An alternative for the treatment of white spot lesions is the use of resinous infiltrants, a minimally invasive procedure. These are able to penetrate the capillary structures of the lesion's body, sealing the pores of the lesion, creating a barrier against the diffusion of acids and resulting in the inhibition of caries progression. They also have a refractive index similar to that of healthy enamel, bringing the appearance of the infiltrated white spot to that of the adjacent healthy enamel. Despite the advantages of infiltrants, high surface roughness is observed after the application of this material, which may increase the accumulation of dental biofilm and thus compromise the durability of the procedure due to superficial biodegradation. Polishing the surface of the infiltrating material (Icon®) can minimize the accumulation of biofilm, preventing the recurrence of carious lesions or their progression. Thus, the objective of this study was to evaluate different polishing systems to the resinous infiltrant in relation to their influence on the protective effect of the infiltrant against a cariogenic challenge in situ. For this, an in vitro experiment followed by an in situ model was performed. In the in vitro phase, artificial carious lesions were produced in bovine enamel specimens (4x4x2mm) using the demineralization-remineralization cycling protocol. Subsequently, the specimens were treated with the infiltrant and randomly divided into the following groups (n = 15): unpolished (SP), polished with aluminum oxide flexible discs (PAOF), silicon carbide silicon tips (SCST), silicon carbide polyester strips (SCP) and silicon carbide brush (SCB). In this step, the specimens were analyzed for surface roughness. Then, in the in situ study, 15 volunteers used intraoral palatal devices, containing the specimens of each group, for 14 days, inducing the formation of biofilm by dripping a 10% sucrose solution, 8x / day on the infiltrated specimens and with different polishing protocols. After the cariogenic challenge, the biofilm of each specimen was removed and they were analyzed for longitudinal microhardness. First, the specimens were sectioned longitudinally and the hardness measurements were performed on a micro-durometer at different depths up to a depth of 180 μm. The roughness data were analyzed using the Kruskal Wallis test, showing that there is an effect of the type of polishing on the roughness pattern (p = 0.001). The comparison between the pairs showed a statistical difference between control and PAOF (p <0.001) and between control and SCP (p = 0.040). The microhardness data were submitted to the Levene test for normality analysis, followed by ANOVA two Way and Tukey (p <0.05). There was no significant difference in microhardness between groups (p = 0.07). According to the results of this work, resinous infiltrant using the polishing systems PAOF, SCST, SCP and SCB, showed similar behavior in the protective effect of resinous infiltrant against dental demineralization. It is concluded that all the polishing systems analyzed showed similar behavior in the protective effect of the resinous infiltrant against dental demineralization.pt_BR
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